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Concurso Nacional JRA 2019 | PREMIADOS Artigos Premiados 1º Escalão (dos 11 aos 14 anos)


No âmbito do programa Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA), promovido pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), as alunas Cláudia David e Márcia Capinha, do 9º B, foram selecionadas para integrar a Missão «Ex-situ 2019» que se realizou no Jardim Zoológico de Lisboa, ao longo de quatro dias. A participação nesta missão constituiu um prémio para as Jovens Repórteres, pelo seu empenhamento e motivação pelo trabalho jornalístico em situação real. Para serem selecionadas tiveram de escrever uma notícia/reportagem que abordasse um problema ambiental, e uma carta de motivação. Esta missão integrou estudantes de diversas idades, cujo principal objetivo era realizar trabalho de campo, entrevistas e trabalho em grupo, de modo a produzir artigos e outros trabalhos de comunicação, no final de cada dia. O enfoque das reportagens foi o papel dos Jardins Zoológicos na conservação “ex-situ”: oportunidade…
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Participação no concurso Ciência na Escola
Check Point em Castelo Branco.  Fomos conhecer as lojas antigas do centro da cidade de  Castelo Branco

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Comemoração do Dia da EuropaReconhecer a importância das eleições para o Parlamento Europeu.
A  construção da cidadania europeiaElaboração de trabalhos sobre diversos países europeus no sentido de perceber o lema da UE “Unida na Diversidade”
Comemoração do Dia da Europa

Entrevista ao Diretor dos serviços de estrangeiros e Fronteiras de Castelo Branco

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As Migrações em debate 
Reconhecer a Europa como a casa da democracia, da solidariedade, da tolerância e da diversidade


No dia 30 de janeiro de 2019, pelas 9 horas, na sala de audiovisuais as turmas, 8ºC e 8ºD juntamente com a professora de Geografia, receberam o chefe do departamento do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Castelo Branco (SEF). A entrevista tinha como objetivo esclarecer os efeitos das migrações não só em Castelo Branco, como em Portugal (tema que é abordado nas aulas de Geografia). António Barata Afonso, oriundo do concelho de Oleiros, começou por falar do seu percurso académico, contando que estudou num seminário durante 7 anos, foi também, emigrante em Angola, esteve na academia militar durante 5 anos, trabalhou no aeroporto de Lisboa durante 4 a 5 anos e, em 2001 veio para Castelo Branco onde está até hoje. Durante a entrevista apresentaram-se várias questões bastante pertinentes, às quais o nosso convidado respondeu com clareza sem deixar interrogações. Das vári…

6. ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL - Lenda da Sr.ª de Valverde

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LENDA DE SENHORA DO VALVERDE  
Diz-se que a capela da Nossa Senhora do Valverde, no concelho de Castelo Branco, foi noutros tempos construída num local diferente daquele em que se encontra hoje e mais próximo da aldeia de Caféde. O que acontecia era que, quando os habitantes de Caféde iam à capela, de manhã, a imagem de Nossa Senhora tinha desaparecido durante a noite e, depois de a procurarem, iam sempre encontrá-la numa pequena gruta de uma grande rocha de granito, no meio dos campos. Os habitantes de Caféde voltavam a transportar a imagem para a capela, mas passado algum tempo, ela voltava a desaparecer e voltavam a encontra-la na mesma gruta. Assim, concluíram que Nossa Senhora queria que lhe construíssem uma capela naquele sítio para onde ela sempre “fugia”. E foi o que os habitantes de Caféde fizeram, construindo a atual capela. O que consta hoje, é que os povos do Juncal e do Freixal do Campo, também muito devotos de Nossa Senhora do Valverde, queriam que a capela fosse construíd…

5. ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL - Lenda da Raposa e da Cegonha

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A História da Raposa e da Cegonha

Era uma vez, uma Raposa e uma Cegonha que viviam num lindo e agradável campo verde. Um dia a Raposa e a Cegonha encontraram-se no campo. - Olá comadre – disse a Raposa. -Olá, como vai, comadre Raposa? – disse a Cegonha - Vou bem! Já tinha saudades suas. Quer ir amanhã jantar comigo a minha casa e pomos a conversa em dia? - Claro que sim! Lá estarei. – respondeu a Cegonha.
Na noite seguinte, a Cegonha chegou a casa da Raposa.
- Uuuum! Cheira muito bem! – disse a Cegonha ao ver a Raposa a fazer o jantar.
- Venha, venha comer, comadre. – disse a Raposa, olhando o comprido bico da Cegonha e rindo-se para si mesma.
A Raposa, que tinha feito uma saborosa sopa, serviu-a em dois pratos rasos e começou a lamber o seu prato, com a sua enorme língua. A Cegonha bem tentava mas, o seu bico era demasiado comprido e estreito e o prato demasiado plano. Ela bem picava, mas não conseguia comer nada. Como a Cegonha não queria dar parte de fraca, não se queixou, mas v…