Atividades do Clube

As atividades do Clube em vídeo...

setembro a junho - Monotorização das estações meteorológicas: convencional e automática.

20 a 24 de novembro 2017 - Semana da Consciência Geográfica.

21 novembro 2017 - Comemoração do GISDay com a realização de um Geocaching.

9 de maio 2018 - Comemoração do Dia da Europa - Hastear das bandeiras e Degustação de Sabores Europeus pela Comunidade Escolar

5 de junho 2018 - Comemoração do Dia Mundial do Ambiente

Realização de workshops:


Lições Ambientais

Fornos solares

Beleza natural

sexta-feira, 13 de julho de 2018

6. ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL - Lenda da Sr.ª de Valverde

LENDA DE SENHORA DO VALVERDE  


Diz-se que a capela da Nossa Senhora do Valverde, no concelho de Castelo Branco, foi noutros tempos construída num local diferente daquele em que se encontra hoje e mais próximo da aldeia de Caféde.
O que acontecia era que, quando os habitantes de Caféde iam à capela, de manhã, a imagem de Nossa Senhora tinha desaparecido durante a noite e, depois de a procurarem, iam sempre encontrá-la numa pequena gruta de uma grande rocha de granito, no meio dos campos.
Os habitantes de Caféde voltavam a transportar a imagem para a capela, mas passado algum tempo, ela voltava a desaparecer e voltavam a encontra-la na mesma gruta.
Assim, concluíram que Nossa Senhora queria que lhe construíssem uma capela naquele sítio para onde ela sempre “fugia”. E foi o que os habitantes de Caféde fizeram, construindo a atual capela.
O que consta hoje, é que os povos do Juncal e do Freixal do Campo, também muito devotos de Nossa Senhora do Valverde, queriam que a capela fosse construída num local mais próximo das suas povoações, e então iam roubar a imagem de Nossa Senhora da sua capela e iam colocá-la na gruta da pedra de granito que ainda hoje se encontra atrás do altar na atual capela.
A romaria anual em honra de Nossa Senhora do Valverde realiza-se no quinto domingo depois da Páscoa e nela participam os povos de Caféde (organizadores a festa), mas também os do Juncal e do Freixial do Campo.


Igreja de Nossa Senhora de Valverde

Nossa Senhora de Valverde


segunda-feira, 2 de julho de 2018

5. ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL - Lenda da Raposa e da Cegonha

A História da Raposa e da Cegonha 

Era uma vez, uma Raposa e uma Cegonha que viviam num lindo e agradável campo verde.
Um dia a Raposa e a Cegonha encontraram-se no campo.
- Olá comadre – disse a Raposa.
-Olá, como vai, comadre Raposa? – disse a Cegonha
- Vou bem! Já tinha saudades suas. Quer ir amanhã jantar comigo a minha casa e pomos a conversa em dia?
- Claro que sim! Lá estarei. – respondeu a Cegonha.

Na noite seguinte, a Cegonha chegou a casa da Raposa.
- Uuuum! Cheira muito bem! – disse a Cegonha ao ver a Raposa a fazer o jantar.
- Venha, venha comer, comadre. – disse a Raposa, olhando o comprido bico da Cegonha e rindo-se para si mesma.
A Raposa, que tinha feito uma saborosa sopa, serviu-a em dois pratos rasos e começou a lamber o seu prato, com a sua enorme língua.
A Cegonha bem tentava mas, o seu bico era demasiado comprido e estreito e o prato demasiado plano. Ela bem picava, mas não conseguia comer nada.
Como a Cegonha não queria dar parte de fraca, não se queixou, mas voltou para casa cheiinha de fome e bastante aborrecida por ter caído na partida da Raposa.
Claro que a Raposa, matreira, ficou a rir-se quando a Cegonha se foi embora.
A Cegonha pensou, voltou a pensar, e achou que a Raposa tinha sido muito mazinha e merecia uma lição.
Então, no dia seguinte, convidou também a Raposa para jantar. Foi bater à porta da Raposa e quando esta abriu, disse-lhe:
- Olá comadre, Raposa! Gostaria de retribuir o seu convite e, por isso, venho convidá-la para jantar hoje em minha casa para comer um dos meus petiscos.
- Convite aceite, terei muito gosto! – Respondeu a Raposa, pensando: “Que grande otária, ainda me vem convidar depois da partida que lhe preguei!”
A Cegonha foi para casa e cozinhou uma apetitosa e bem cheirosa sopa, tal como a Raposa tinha feito. Porém, desta vez serviu-a em duas almotolias cuja abertura era muito alta e estreita e onde só o seu bico afiado cabia.
Quando a Raposa chegou, a Cegonha recebeu-a com toda a simpatia.
- Entre,  comadre, venha comer a minha sopa que está simplesmente deliciosa – disse a Cegonha, com o ar mais cândido deste mundo, mas num tom irónico, claro.

Desta vez foi a Raposa que não conseguiu comer nada, a sua língua demasiado grande, não cabia na almotolia.
- Muito obrigada, comadre Cegonha, mas não tenho fome nenhuma. - disse a Raposa com um ar muito convencido. E voltou para casa de mau humor, porque a Cegonha lhe tinha retribuído a partida.

Moral da história: Não faças aos outros o que não que te façam a ti.

O convite da Raposa

O convite da Cegonha






sábado, 30 de junho de 2018

Menção Honrosa para o Clube Europeu no Concurso “Uma Árvore, uma Floresta"

Concurso Nacional  “Uma Árvore, uma Floresta”


No âmbito do concurso nacional “Uma Árvore, uma Floresta”, promovido pela Associação de Professores de Geografia, as alunas do Clube Europeu - Cláudia David, Daniela Naré, Madalena Cunha e Márcia Capinha – obtiveram uma Menção Honrosa com o cartaz subordinado ao tema “A Rosa Albardeira e o Polvo (Erva-pinheira-orvalhada) ”, duas espécies da flora autóctone portuguesa que se podem observar entre os meses de abril e maio, na região de Toulões, no concelho de Idanha-a-Nova. A nível local, a presença destas espécies é muito importante, elas promovem o turismo da natureza, criam empregos e geram riqueza para as populações locais minimizando as consequências do despovoamento.
Despertar a curiosidade geográfica, conhecer a biodiversidade da floresta autóctone portuguesa e relacionar a importância da floresta com a prevenção e mitigação de riscos, foram alguns dos objetivos deste concurso. Participaram, no 3º ciclo, 26 escolas de todo o país.



Erva-pinheira-orvalhada - planta carnívora


Os barrancos húmidos de cascalho ou xistos com muita escorrência são os lugares onde se desenvolvem as duas espécies.
Rosa-albardeira ainda sem flor.



Rosa-albardeira em flor.

terça-feira, 26 de junho de 2018

3. ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL - BORDADO DE CASTELO BRANCO



BORDADO DE CASTELO BRANCO

A MINHA TERRA EM TECIDO



Inicialmente, fez-se um brainstorm com os alunos do Clube Europeu sobre os elementos naturais e humanos que caracterizam a "nossa terra" - a cidade de Castelo Branco.

Surgiram diversas ideias, entre as quais: o castelo e as muralhas, a torre do relógio, o jardim do Paço Episcopal e o Bordado de Castelo Branco. Iniciaram-se alguns esboços de desenhos e, no final, chegou-se à conclusão que o que resultaria melhor em tecido, seria o Bordado de Castelo Branco. 

Este bordado é emblemático da cidade e os seus desenhos/motivos têm uma estética visual própria e uma simbologia em que o observador é convidado a descobrir: os  pássaros, os cravos,  as rosas, as romãs ou os corações –  todos com um perfil claramente exótico. A intensidade das cores e a luz destacam-se sobre a base que tradicionalmente era de linho artesanal cru.

Os alunos procuraram os elementos, os desenhos, as cores o tipo de pontos que caracterizam o bordado e, a partir de um original, desenharam o que iriam representar em tecido.
Em seguida, foi feita uma verificação das peças de roupa "em fim de vida" que tínhamos disponíveis e o que se poderia utilizar. Para a base foi escolhido um pedaço de uma almofada branca. Para os elementos do desenho, verificou-se que cores eram necessárias e escolheram-se as peças em função dessas cores; Escolheram-se também algumas cujo tipo de tecido pudesse imitar os pontos do bordado, nomeadamente o ponto crivo (imitado com tecido piquê da gola de uma blusa).

Os cravos, elementos emblemáticos do Bordado de Castelo Branco foram recortados de uma blusa vermelha. Para as folhas do bordado, foi utilizado um lenço verde que tinha sido usado por um aluno, no Jardim de Infância. Para algumas flores, foi a avó de uma aluna que forneceu umas calças bejes das quais foi feito o recorte. Para o pássaro, foram escolhidos tons de castanho, amarelo e cor de laranja. Parte das asas e o bico foram feitos com as fitinhas amarelas de uma blusa. Para as cores de que não disponhamos, recorremos à Impressora de Sorrisos (*) que nos forneceu sobras de tecidos que uma mãe, de profissão costureira, tinha dado à loja.

Foi decalcado o desenho no tecido branco da almofada e foram recortados, a pouco e pouco, todos os elementos necessários à montagem/colagem do trabalho. Finalmente, os ramos foram bordados a ponto pé de flor (ponto também característico do Bordado de Castelo Branco).

(*) – A Impressora de Sorrisos é uma “loja” solidária que temos na escola, onde a comunidade escolar pode entregar roupa cujo tamanho já é pequeno ou que, por outro motivo já não veste e receber roupa que necessite e que foi entregue por outras pessoas. A Impressora de Sorrisos apoia, principalmente, famílias carenciadas, através da doação de roupa às mesmas. 

Almofada antiga

Lenço

Peça de calças

Restos de tecidos

Trabalho final
 Painel com um desenho típico do bordado de Castelo Branco. A flora está sempre presente no bordado. O cravo simboliza o homem e a rosa a mulher.
Fonte: À Descoberta de Portugal (1993), Seleções do Reader's Digest. 2.ª Edição. Lisboa.  

segunda-feira, 25 de junho de 2018

2. ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL - VISITA DE ESTUDO AO PORTO

No âmbito do Ano Europeu do Património Cultural, o Clube Europeu da Escola Cidade de Castelo Branco visitou o Porto, nos dias 14 e 15 de junho. Os alunos relatam a viagem.

No âmbito do Ano Europeu do Património Cultural, o Clube Europeu da Escola Cidade de Castelo Branco visitou o Porto, nos dias 14 e 15 de junho. Os alunos relatam a viagem.

Partimos muito cedo de Castelo Branco, mas com grande entusiasmo.
Depois de uma viagem de autocarro, chegados ao Porto, deixámos as nossas bagagens no hostel onde iríamos pernoitar. Curioso salientar que este hostel se localiza nos edifícios da Estação de São Bento, resultado de uma reconversão funcional, e que nos surpreendeu pela estética e pela qualidade.
Seguimos para a “Livraria Lello”, muito antiga e uma das mais belas do mundo.
Depois do almoço ao ar livre, fomos a um dos mais bonitos monumentos da cidade “A Torre dos Clérigos”; subimos até ao último andar, de onde vimos maravilhosas paisagens da cidade do Porto e arredores. Visitámos também o Museu e a Igreja da Irmandade dos Clérigos, com obras de arte sacra muito valiosas.
Em seguida, dirigimo-nos para a ribeira, onde pudemos ver o rio Douro e a ponte de D. Luís, bem como inúmeros turistas e artistas (músicos, acrobatas, dançarinos, estátuas humanas…) que atuavam nessa área da cidade conferindo-lhe uma animação e movimento fantásticos.
 Regressámos à área dos Aliados, onde, anteriormente, tínhamos feito um trabalho de campo, no qual observámos e registámos o tipo de funções urbanas da área, o tipo de arquitetura, bem como a planta urbana, e daí fomos para o Centro Comercial “Via Catarina”, onde jantámos.
Assim que terminámos o jantar, passeámos pela Rua de Santa Catarina e pelo centro da cidade. Visitámos o “Hard Rock Café” e, como já tinha anoitecido, depois de um dia exaustivo, voltámos ao hostel.
 No dia seguinte, fomos visitar os jardins e o museu de Serralves onde pudemos observar várias exposições, nomeadamente, a Coleção Sonnabend: meio século de arte europeia e americana que nos permitiu conhecer diversas formas de expressão artística.
Depois do almoço, tivemos ainda tempo para apreciar a Estação de São Bento com os seus azulejos maravilhosos que representam aspetos da história de Portugal e também a evolução dos transportes até aos finais do século XIX.

- Do que mais gostei foi da visita à ribeira, pois adorei ver a ponte de D. Luís, bem como inúmeros artistas que atuavam nessa zona. Para mim, foi uma experiência única, que nunca irei esquecer!       

- Quando chegámos ao Porto fiquei a pensar: Um hostel… ao pé de uma estação de comboios? Mas depois fiquei espantado com a qualidade daquilo! Um beliche de três andares? What? O que é que se passa aqui? Claro que eu quis dormir no beliche mais alto!
Do que mais gostei foi de visitar a Livraria Lello, adorei! É muito antiga, gostei imenso e não me importo de repetir. Para mim, foi uma das melhores viagens que já fiz.
  
Texto: Catarina Encarnação

Opiniões: Catarina Encarnação e Jaime Loureiro 

Vídeo da viagem 





terça-feira, 19 de junho de 2018

1. ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL

ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO CULTURAL


O Clube Europeu/Meteor-Escola desenvolveu, no âmbito do tema aprovado pela União Europeia para 2018 - Ano Europeu do Património Cultural, diversos trabalhos e atividades sobre esta temática. 

Foram realizadas apresentações sobre património material e imaterial da região de Castelo Branco e foi elaborado um roteiro turístico da cidade, baseado no património edificado. 

Os elementos do Clube fizeram uma visita à exposição de fotografia sobre a oficina Metalúrgica de Castelo Branco, patente no Museu Francisco Tavares Proença Júnior, onde puderam tomar conhecimento de um património relativo a uma indústria que teve um papel de grande relevância económica e social para a cidade, até à década de noventa do século XX.

Debateu-se a importância da preservação e divulgação do Património Cultural, fonte de identidade europeia e potencialidade endógena de desenvolvimento regional.

Visita à exposição


1. Explicação sobre a fábrica da metalúrgica 

2. Produção de moldes - interior da fábrica (1973)

3. Processos de fabrico 

4. Charrua e outros utensílios agrícolas produzidos na fábrica

5. Produções artística realizadas na fábrica

6. Vista aérea da fábrica da metalúrgica
7. Reconversão urbana da área ocupada pela metalúrgica (2017/18)
Recuperação das chaminés da fábrica.





sexta-feira, 1 de junho de 2018

A evolução da nossa horta

Com algum trabalho e muita motivação...a nossa horta foi crescendo!

Capítulo I - Da semente se faz planta!











Próximo Capítulo - Da horta para a cozinha!

quarta-feira, 9 de maio de 2018

9 de Maio 2018 - Dia da Europa na Escola Cidade de Castelo Branco

Mais uma comemoração do Dia da Europa na nossa escola!
Sempre um dia magnífico!


Como já é tradição, o Clube Europeu da Escola Cidade de Castelo Branco comemorou, a 9 de maio, o Dia da Europa, com o hastear das bandeiras da União Europeia e de Portugal e com a interpretação em clarinete e flauta, do Hino à Alegria, símbolo da União Europeia, e do Hino Nacional, cantado por toda a comunidade presente. Seguiu-se um pequeno almoço com especialidades típicas de vários países europeus que permitiu um convívio entre os elementos do Clube. Esteve presente o Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco que mais uma vez nos deu a honra de se associar a este evento.
O Dia da Europa comemora a paz e a unidade dos povos europeus e assinala o aniversário da “Declaração Schuman”. A 9 de maio de 1950, Robert Schuman, então Ministro das Relações Exteriores de França, inspirado por Jean Monnet, político francês, propôs a criação de uma comunidade europeia para gerir o carvão e o aço. Em 1951, é criada a CECA, a primeira organização supranacional, o primeiro passo para a integração europeia que nasceu, assim, de uma iniciativa de paz focada na construção de um futuro comum.




quarta-feira, 18 de abril de 2018

Mapa com a espécies arbóreas e arbustivas da Escola Cidade de Castelo Branco

Georeferenciação das espécies arbóreas e arbustivas da Escola Cidade de Castelo Branco

Os alunos do Clube Europeu/Meteorescola - Ecoescolas e da turma do 7.ºE (2017/18) iniciaram um trabalho de georeferenciação das espécies arbóreas e arbustivas da nossa escola. Pretende-se identificar as espécies existentes no nosso espaço verde, assim como fazer a sua georeferenciação - associar a cada espécie a sua localização absoluta, ou seja, atribuir um valor de latitude, longitude e altitude. Este trabalho está a ser complementado no terreno, com a colocação de placas que identificam as espécies e um QR Code. Desta forma, qualquer elemento da Comunidade Escolar poderá conhecer as árvores que com eles crescem!

Explora o mapa interativo!
Todas as semanas, novas espécies serão identificadas!


A nossa escola - Escola Mais amiga do Ambiente

A nossa escola - Escola Mais amiga do Ambiente
Escola Cidade de Castelo Branco